
Dica de vídeos indispensáveis para complementar o seu conhecimento
Indicamos os vídeos da escola de filosofia da Nova Acrópole Brasil como fonte segura de informação. Saiba mais em www.acropole.org.br.
Procrastinação
Nesta palestra, a professora Isabela Gontijo, explora o hábito da procrastinação sob uma perspectiva filosófica, analisando suas causas, consequências e como superá-lo. Ela é definida não apenas como preguiça, mas como uma forma de adiar tarefas importantes, gerando estresse, ansiedade e sentimento de culpa.
Resumo: A palestrante destaca a busca pelo prazer imediato, a ansiedade, o perfeccionismo e a desorganização. Um ponto central é o “prazer do último minuto”, onde a descarga de adrenalina ao finalizar algo sob pressão cria um vício psicológico. A repetição do hábito leva à perda da autoconfiança, fazendo com que o indivíduo se sinta impotente diante dos desafios da vida…
Você tem ideias próprias?
Nesta aula, a Profa. Lúcia Helena Galvão reflete sobre a importância da autenticidade e da identidade própria em um mundo marcado pela massificação e pela repetição de opiniões alheias.
Resumo: A filósofa provoca o ouvinte a discernir se ele possui ideias próprias (voz) ou se apenas repete o que ouviu por aí (eco), destacando que a preguiça mental é o maior obstáculo para a construção de um indivíduo autônomo. O ser humano tem a missão existencial de se construir. Isso exige esforço, reflexão constante e o desejo de buscar a verdade, em vez de buscar o caminho mais fácil ou a aprovação social…
O poder da imaginação
Nesta palestra, a Professora Lúcia Helena Galvão, explora o poder da imaginação como uma ferramenta fundamental para o autoconhecimento e a reconstrução do ser humano, diferenciando-a da mera fantasia.
Resumo: A imaginação é uma força ativa e criadora que, quando guiada pela vontade, permite construir modelos de si mesmo e da realidade. Já a fantasia é passiva, contagiosa e muitas vezes um mecanismo de fuga. A palestrante alerta que, se não exercitarmos nossa própria capacidade de pensar e criar valores, acabamos absorvendo pensamentos e modelos alheios (sociais, culturais ou midiáticos) como se fossem nossos…
Como usar bem a mente e viver com clareza
Neste vídeo, a professora Lúcia Helena Galvão, apresenta uma reflexão profunda sobre o uso da mente sob a ótica da Filosofia Clássica. O foco central é diferenciar o desenvolvimento da mente como uma ferramenta utilitária e egoísta — voltada apenas para o ganho pessoal — do seu uso como um instrumento para a evolução humana, guiado por valores e princípios universais.
Resumo: A mente humana é poderosa, mas perigosa se usada sem uma base moral sólida. Ela compara o uso egoísta a um animal racional que utiliza a razão apenas para ser um “predador” mais eficaz. Inspirada em tradições orientais, ela explica que a mente pode estar voltada para baixo (kama-manas), servindo aos desejos e caprichos, ou voltada para cima, refletindo ideais como justiça, fraternidade e verdade…
Conhecendo a mente e as emoções
Neste vídeo, a professora Melissa Andrade, propõe uma reflexão sobre a importância de governar nossa própria vida interior — especificamente a nossa mente e as nossas emoções — em vez de sermos apenas conduzidos por influências externas.
Resumo: Muitas vezes aprendemos a ser eficazes no mundo exterior, mas carecemos de ferramentas para realizar uma vida interior profunda. O objetivo é transformar nosso tempo em algo produtivo internamente, evitando que a mente vagueie sem propósito. Grande parte do que pensamos e sentimos é reflexo do meio, da cultura e das expectativas familiares. A professora destaca a importância do processo de individuação, buscando pensamentos e emoções mais autênticos…
Conhece-te a ti mesmo
Este vídeo, apresentado por Melissa Andrade, explora o significado profundo da máxima socrática “conhece-te a ti mesmo”. Em vez de apenas identificar defeitos ou virtudes pessoais, a palestrante propõe que este preceito milenar é um convite para compreender a natureza espiritual do ser humano como parte integrante de um universo regido por leis cósmicas.
Resumo: A frase estava inscrita no Oráculo de Delfos, um centro de saber na Grécia Antiga dedicado ao deus Apolo, que simboliza o domínio sobre a própria natureza interior. O autoconhecimento evolui através de três instâncias: o corpo (soma), a psique (padrões mentais e afetivos) e a natureza espiritual. O conceito de gnose não se refere ao acúmulo de informações intelectuais, mas a um conhecimento vivencial e intuitivo obtido ao se colocar à prova diante da vida…
Três chaves para desenvolver a consciência
Nesta palestra, a professora Manuela Bittar explora o conceito de consciência humana sob a perspectiva da filosofia clássica. O objetivo central é compreender como o ser humano, um ser complexo com diversas demandas externas, pode alcançar um estado de realização e harmonia interna.
Resumo: A vida moderna nos exige papéis variados (trabalho, família, estudos), o que frequentemente gera um sentimento de desorientação. Identificar-se apenas com esses papéis externos torna nossa existência frágil e mutável. A palestrante propõe a metáfora de uma esfera onde a periferia são as demandas externas e o centro é o nosso aspecto eterno (valores e princípios). Viver no centro, ou ser um “farol”, permite iluminar e unificar os diversos aspectos da vida com mais clareza e justiça…
Comunicação não violenta
Este vídeo, apresentado por Ana Beatriz Pignataro, aborda a Comunicação Não Violenta (CNV), fundamentada no trabalho de Marshall Rosenberg, com uma perspectiva filosófica para aprofundar relacionamentos e o autoconhecimento.
Resumo: A palestrante utiliza a analogia do “bêbado e a chave” para explicar que, na comunicação, muitas vezes procuramos compreensão onde não é possível encontrá-la. Compreender o ponto de vista alheio não significa concordar, mas ampliar a própria visão da realidade, funcionando como um exercício de sabedoria…
Diálogo é diferente de debate
Nesta palestra, Ana Beatriz Pignataro explora a arte do diálogo como uma ferramenta essencial para a convivência humana, destacando que essa prática precisa ser treinada como qualquer outra forma de arte.
Resumo: A confrontação é descrita como um desejo de impor pontos de vista, focando apenas em comparações superficiais e fronteiras. Já o diálogo busca ir “através da palavra” (dia-logos) para construir uma síntese mais profunda e verdadeira, ampliando a consciência das partes envolvidas. Reconhecer que cada pessoa possui uma experiência única e tem algo a nos ensinar. A humildade filosófica permite aprender com todos, evitando rótulos que bloqueiam o diálogo…
Gentileza como linguagem do coração
Nesta palestra, Ana Beatriz Pignataro explora a importância da gentileza nas relações humanas.
Resumo: A professora explora a gentileza não apenas como um ato de educação, mas como a expressão natural das virtudes humanas. O foco da palestra é inspirar e incentivar que essas atitudes e ideias valorosas sejam cultivadas e propagadas com mais frequência pelo mundo, transformando a nossa forma de interagir com os outros…
